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Dica de filme: Antes que o mundo acabe

É com filmes como Antes que o mundo acabe que eu sinto um baita orgulho de ser brasileira e principalmente de ser gaúcha. Galera não tem grana, mas tem raça e batalha pra tentar fazer um cinema melhor. Essa vibe me anima demais e me faz ter mais esperança no futuro

Esse é o livro :)
Bom, esse filme é uma adaptação de um livro que eu já tinha lido há muuuuuuuuuuito tempo atrás. O livro é infinitamente melhor que o filme, mas mesmo assim ainda vale apena ver. Poxa, produção local, bem feita, baita história e falando de fotografia. Massa.


Resumidamente o troço é sobre um guri que não conhece o pai fotógrafo. O cara, que ta doente na Tailândia, resolve mandar uma carta pro muleque e isso aí se desenrola entre vários problemas da adolescência. Assim o enredo pode até parecer clichêzão, e de fato é um pouco, mas sei lá, sabe quando tu pega carinho pelo filme?! Acho que foi meio isso que aconteceu comigo.

Destaque pra irmãzinha do protagonista (Daniel). Ela é uma coisa muito fofa. :)
Destaque ainda pro porre que o Daniel toma de litrão dentro de um fusca e ouvindo Pública. Quer coisa mais marcante da juventude dos pampas do que é essa?! Muito fiz isso meus amigos... Muito.


Recomendo demais, afinal, se não recomedasse vocês nem estariam lendo isso. Enfim, acho digno geral pegar uma câmera hoje ou amanhã, talvez no fim de semana, e fotografar tudo o que mais importa nas suas pequenas vidas. Antes que o mundo acabe.

Amanda

Dica de filme: The Social Network

Li,vi e gostei. Gostei não, adorei!
The Social Network ou A Rede Social entrou fácil pro meu top 10. Já tinha amado o livro e agora vendo o filme to ainda mais apaixonada pela história.
Já falei sobre ele aqui então não vou ficar me repetindo e sim comentar sobre os aspectos do filme em si.
Let´s go.


Menino Jesse interpreta o Mark Zuckerberg de uma forma impressionante. Olhando ele parecia que eu tava imaginando as cenas na minha cabeça. Ele é um xuxu e apesar de avacalhar com todo mundo adorei. Fala rápido, pensa mais rápido ainda e domina geral.

E o Andrew como Eduardo Saverin? Meu deus. Tipo morri duzentas vezes com a boniteza desse menino gente. Totally in love with him. Pena que o Saverin se foda no troço, porque eu gosto demais dele. 
E muahaha: o muso. Justin Timberlake como Sean Parker. O personagem é um baita fdp, mas o queridão bomba demais. Uia.

Tecnicamente falando adorei a edição e a montagem. Fazer o troço tipo flashback poupou tempo e ganhou conteúdo. Limpo e funcional. Roteiro fiel ao livro. Tudo perfeito.
Aqui acontece exatamente o que eu mencionei que faltava na Saga Crepúsculo: senti no filme exatamente as mesmas coisas que senti lendo o livro. Parabéns.

A cena mais afudê com certeza é a hora que o Edu (sim, to íntima já) chega na empresa e descobre que foi passado pra trás. É linda. Confesso que até fiquei emocionada e a todo momento achava que o Mark ia pedir  desculpa, mas ele é um cara durão.


Certo que #ficadica demais. Vejam porque vale apena mesmo.
Baita filme.

A.L.

A evolução da Saga

Depois de mil anos, ontem finalmente vi e Eclipse e te digo: foi o melhor da saga até agora.
Evolução.
O primeiro é uma droga, o segundo é uma porcaria, e o terceiro é visível.
Muito mais fiel ao livro do que qualquer um dos filmes anteriores achei razoável e digno. As cenas de luta tão super bem produzidas e os efeitos especiais melhoraram 100%

E o Jasper... Que Edward? Que Jacob? Nesse filme eu só consigo prestar atenção no Jasper que desde sempre foi meu preferido junto com a Alice, claro. Amo esse casal e na real devia ter uma história separada e especial só deles!! AEAE

A Bela continua uma mala sem alça, como ela sempre foi diga-se de passagem, e o menino lobo ta cada vez mais sexy
A única coisa que sempre me irritou nos outros filmes e permaneceu nesse foi que eu gosto muito mais do Jacob do que do Edward. Poxa, quando li os livros eu queria a morte do Jacob e idolatrava o vampirão, mas quando vi na tela nunca foi assim. E isso pra mim é um erro absurdo, porque fazer o espectador sentir o mesmo nas duas coisas é algo imprescindível

Enfim, vamos esperar pra ver o que os dois últimos filmes nos reservam. Espero sinceramente que continuem melhorando.

A.L.

Mark Zuckerberg é um safadinho

Devorei meu presente de amigo secreto também conhecido como Bilionários por acaso e te digo: Mark Zuckerberg é um safadinho.

O livro fala sobre toda a concepção do Facebook e assim óh, é inacreditável. As histórias são geniais e o Mark mais ainda, afinal, passou todo mundo pra trás e acabou se dando bem!! 

Outro cara fantástico é o autor do livro, Ben Mezrick, que escreveu o troço de uma forma leve e embalada. É impossível desligar o abajur e não ficar pensando: o que será que aquele malandrinho vai aprontar depois?.
A narrativa é simples, correta e envolvente. Lindo livro e linda história.

Em suma é como diz na contra capa da obra:

"Bilionários por acaso é um relato impressionante dos bastidores de uma história sobre ganhar dinheiro e perder a inocência, mas também sobre como uma empresa que foi criada para juntar as pessoas separou dois amigos".




Curiosidade:
As chinelas que o Mark usa são IGUAIS as do @dornelles.
Seguinte Rafa, quando tu ficar bilionário tipo o cara não esquece que fui eu quem te deu a letra viu?!
.

Agora to me babando pra ver o filme!
Só pelo trailer já imagino que é tão afudê quanto o livro.


#Ficadica
@_amandaL

Amigo Secreto

O amigo secreto mais louco e engraçado de todos os tempos foi o que rolou há pouco no Circulu's com a minha galera.
Era gente chegando pra todo lado, cerva e um milhão de pacotes da Vanguarda enfeitando a mesa. 
Detesto esse negocinho de ficar dando características do amigo tirado, mas ainda bem que eu fui uma das últimas e nem precisei de muito esforço.
Tirei o Sr. CULT @ejacques e quem me tirou foi o @diegobalinhas.
Sério, curti muito tudo e principalmente meu presente escolhido a dedo pelo Balas, que agora já sabe que eu uso protetor solar fator 50. #piadainterna
Enfim, a facção está formada e espero ansiosamente pelo amigo secreto de páscoa.

Amo todos, sem excessões.


#nerdissefeelings ^^
@_amandaL

Diários do Vampiro: O despertar


Quando se ouve falar em um caso de amor entre humanos e vampiros o título que vem na cabeça imediatamente é Crepúsculo. Porém, na verdade bem antes de Crepúsculo, um triângulo amoroso entre dois vampiros e uma bela jovem conquistou uma enorme legião de leitores.   

O Despertar é o primeiro volume da série best seller Diários do vampiro, de L. J. Smith. Lançado originalmente em 1991, apenas agora com essa onda vampiresca o livro saiu do fundo da estante e se tornou um dos mais vendidos na lista do New York Times.
À primeira vista as comparações com Crepúsculo são inevitáveis, mas observando a trama mais profundamente a única semelhança entre as duas obras é a relação humanos-vampiros.  O despertar não fala apenas de amor em todas as suas potencialidades como na obra de Stephenie Meyer, muito pelo contrário, o papo aqui é ódio e cobiça mesmo.
O livro conta a história da disputa entre os irmãos e inimigos mortais, Damon e Stephan Salvatore, que acabam se apaixonando pela mesma garota, duas vezes. No desenrolar desse páreo muitas cabeças literalmente rolam pelo chão, já que Damon está decido a infernizar a vida de seu irmão e não mede conseqüências para que isso aconteça.
Entre eles está a protagonista da trama. Elena é uma garota fútil e desequilibrada que não traz nada de interessante além de aguçar a briga dos irmãos. O bonzinho é Stephan que vai para Fell´s Church procurando um amor antigo e acaba encontrando a bela adolescente. O malvado é Damon que só pensa em uma coisa: vingança.
Os outros personagens do livro passam batidos, não sei se por intenção da autora ou burrice, mas o fato é que a amiga de Elena, Bonnie, tinha tudo para ser um dos personagens mais interessantes do livro e fica lá no fundo apagadinha. Mas se vamos falar de personagens interessantes o topo da lista é Damon.
O vampirão já chega quebrando tudo e com muita sede de sangue. Enquanto Stephan e Elena são o casalzinho perfeito, Damon está lá na espreita só esperando para fazer sua próxima vítima. Talvez a idéia da autora fosse fazer os leitores amarem o Stephan e odiarem o Damon, mas o efeito parece ter sido contrário.  Damon com sua personalidade forte e seu jeito pra lá de sexy só não pega quem ele não quer.
No fim, o livro todo se passa nessa “lenga lenga” dos irmãos brigando pela garota bonita que se parecesse muito com um antigo amor que já havia ficado entre os dois. Talvez se a autora tivesse desenrolado mais a história com as bruxarias e rituais de Bonnie a coisa tivesse ficado mais incrementada.
Concluindo, a história do livro não é ruim, mas peca por deixar acontecimentos vagos e mal contados. Na verdade, o que incomoda é que o livro conta coisas cotidianas e não as trata dessa forma. Essas “coisas cotidianas” são fantasiadas demais. Tudo bem, um livro de ficção tem toda liberdade de fantasiar o quanto quiser, mas o legal é o leitor sentir que por mais absurda que seja a história, aquilo contado poderia ser real e não senti isso em O despertar.

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Seu Madruga ROCKS

Sempre achei o Seu Madruga o personagem mais rocks do Chaves. Com seus trambiques mal-sucedidos ele realmente me fazia rir... Coisa que não era fácil na época!
Mas na verdade toda essa introdução é só pra... nada mesmo! Porque o verdadeiro motivo desse post é que o Seu Madruga virou o tema de um livro.
Yeah, segundo a EFE o livro reúne curiosidades, frases antológicas e diálogos memoráveis de um dos moradores mais famosos da vila de Chaves. E quem teve a ideia genial de fazer isso foi o jornalista brasileiro Pablo Kaschner.
"Seu Madruga - vila e obra" traz também fotos inéditas, entrevistas com o dublador do personagem na versão brasileira da série, Carlos Seidl, e com Edgar Vivar, ator que interpreta Seu Barriga, além de um desafio aos conhecimentos dos verdadeiros "madrugamaníacos".
Rá, to muito afim de ler esse livro!!
Uma última observação ao pessoal do G1:


*Leiam as matérias antes de apenas copiar e colar ok?!

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Aquele livro

Sou fascinada por livros desde pequena e ainda lembro o dia que ganhei o primeiro livro do meu pai. Era um livro muito grande, de capa dura, com todos os contos de fadas, bruxas e aventuras que podem existir. Fiquei paralisada  por aqueles desenhos coloridos imensos que tomavam conta de toda página. Tinha um gato com botas engraçadas, uma menina com capuz vermelho, um pássaro feito de fogo e muitos outros personagem imagináveis e inimagináveis.
Foi aquele livro que me fez amar tanto a literatura. Foi aquele livro que me ensinou muitas lições que eu carrego até hoje. Claro que várias outras obras também me incentivaram a construir minha pequena história literária, mas foi aquele livro que me abriu as portas para um mundo que eu nem achava que fosse possível existir.
Depois dele já nem sei mais quantos outros livros passaram por mim. Uma vez até tentei contabilizar, mas claro que não fui capaz de lembrar todos os títulos e no fim concluí que nem importava. Cada pedacinho de papel teve a sua importância no momento em que estava em minhas mãos então, quando eles forem necessários voltarão a mim.
Agora não consigo dormir sem ler alguma coisa. Pode ser revista, jornal ou até bula de remédio, só sei que preciso ler. Não sei até que ponto isso se tornou um hábito ou uma obsessão, mas não tem problema porque que gosto. Leio o mesmo livro muitas vezes e sempre acabo descobrindo alguma coisa diferente ou inventando, na minha cabeça, um final alternativo. Ás vezes acho que esse pequenos mundos codificados deveriam dominar o mundo, eu seria a primeira a apoiar.
E o cheiro?! Não existe coisa melhor do que o cheiro de um livro novo. Ir desvendando cada letra enquanto sinto a gramatura do papel e aquele cheiro a imaginação. Ah, nem tenho uma explicação pra definir o quanto os livros são importantes pra mim.
É por causa deles que eu cheguei onde estou e sei pra onde vou. É por causa deles que você está lendo isso aqui agora. Sim, eles fazem parte de mim.
Mas se tem uma coisa que me deixa extremamente irritada com relação aos meus livros é emprestá-los. Sou mais ciumenta com eles do que com qualquer outra coisa. E quando eu empresto, já avisando para ter cuidado e não dobrar a capa que pode amassar, ai de quem devolva em um estado menos do que perfeito.
Loucura, obsessão, costume... Podem falar o que quiser, mas tenho certeza que eu não estou sozinha nessa viagem.
E sabe de uma coisa, toda essa falação sobre minha história com os livros me deu até vontade de ler. Talvez eu saia daqui agora e vá comprar um livro novo!


O Dia Mundial do Livro é comemorado dia 23 de Abril. A data é uma homenagem ao escritor espanhol Miguel de Cervantes, autor de Dom Quixote de La Mancha, e ao escritor inglês William Shakespeare, criador de várias obras, como Romeu e Julieta. Os dois morreram no dia 23 de Abril de 1616.

A Hospedeira

A Hospedeira” é o novo Best-seller da escritora mais badalada do momento, Stephenie Meyer. A autora da série “Crepúsculo, em seu novo romance, viaja num mundo onde um inimigo alienígena invade a terra a procura de um novo lugar para se hospedar.
Aventura, combates e sentimentos à flor da pele recheiam as páginas desse maravilhoso thriller que narra a história da resistência humana em meio a um ambiente hostil pela perspectiva de uma invasora.
Peregrina é uma “alma” que é designada a apoderar-se do corpo de uma hospedeira para vasculhar sua mente atrás de informações sobre os humanos remanescentes, mas ela jamais poderia imaginar que isso seria tão difícil.
Melanie recusa a abandonar seu corpo e Peregrina é obrigada a conviver com pensamentos e lembranças que não lhe pertencem. Assim, ela acaba cedendo aos caprichos de Melanie e ao irresistível amor que a moça sente por Jared.
A própria autora define o livro como uma ficção científica que não parece uma ficção científica. “É um triângulo amoroso com apenas dois corpos” e eu não discordo dessa definição.
Acontecimentos inesperados e final surpreendente não me deixaram desgrudar os olhos das páginas um minuto sequer. Stephenie escreve de uma forma sublime e fez com que eu me sentisse a própria personagem principal, absorvendo todos seus medos e dúvidas.
É possível amar uma pessoa com a mente e outra com o coração? “A Hospedeira” prova que sim.

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Parecia inofenciso, mas me dominou...


Na sexta-feira passada (08/08/08), recebi do meu pai um livro que certamente modificou minha obcessões por algum tempo! Que livro é esse?! CREPÚSCULO, da Stephenie Meyer.
Estou totalmente fissurada pela história... não consigo ficar um minuto sem pensar nele! Mas na verdade não é bem no livro que eu penso, é no personagem principal, Edward Cullen, que simplesmente é a reencarnação da beleza!! Sei que isso chega a ser até patético, mas a autora o descreve de uma forma tão real que eu consigo vê-lo nos meus pensamentos. Cada página que eu viro e encontro algum diálogo diferente me sinto lá... Cada momento que Edward toca em Bella, eu quase sinto seu toque também. Louco isso né?!
E fiquei mais fascinada porque ela conseguiu escrever tudo o que um dia eu pensei em escrever, mas não tive capacidade!! =/
Se eu já era meio encanada com vampiros... agora sou a tubulação inteira! Sempre tive uma quedinha gigante por esses personagens, e isso pode ser comprovado numa de minhas primeiras postagens... aquela sobre o Drácula de Bran Stocker.
Já estou roendo as unhas esperando o lançamento do segundo livro da série LUA NOVA!
Essa história fascinamente me faz sair fora de mim e cada vez mais eu queria que pudesse ser verdade... Sabe, essa coisa de humanos e vampiros?! Sei que pareço louca, mas sei lá, com as coisas que andam acontecendo por aí eu não duvido de mais nada.
Ok, ok, ok... tô paranóica, eu sei! Mas lê o livro e me diz se a minha paranóia é tão surreal assim...
Enfim, se quiser saber mais sobre o meu livro de cabeceira é só entar nesse site aqui http://www.intrinseca.com.br/crepusculo/

Então é isso aí... bjo!

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